Idéias novas

Ideias novas têm o grande problema a penetrar o sistema de pensamento da maioria das pessoas; elas defendem com vigor suas convicções… parece que se sentem confortáveis com seus pontos de vista e temem que uma idéia nova desorganize o equilíbrio q conseguiram… Muitos reagem com violência e grosseria diante de uma opinião capaz de perturbar suas crenças. Se apegam a elas e se tornam impermeáveis, formando uma capa protetora instalada pelo próprio medo de se descristalizar e de recomeçar.

Aqueles cujo sistema d pensar ñ se renova acabam por cristalizar suas convicções. A falta d porosidade os torna velhos precocemente… Os q têm convicções cristalizadas ñ são bons ouvintes: estão sempre preparando argumentos p/ desqualificar o q está sendo dito… Nas discussões o q menos conta é a busca pela verdade. Muitos as tratam como uma luta onde se vence ou perde. Não é diálogo e sim duelo!

 

A promessa do agora

“No ano passado Joãozinho havia prometido que em 2015 voltaria a falar com o pai, ligaria mais vezes p/ a mãe, pararia de fumar, mudaria do insuportável emprego, viajaria, emagreceria.. projetou tudo num prospero ano novo perfeito. Quase chegado a hora, no dia 31/12 morreu num acidente de carro, enterrando consigo todas suas promessas…”

Promessas são boas, devemos ter a mente, o pensamento positivo querendo mudar, querendo mudanças para a  nossa vida, mas não podemos deixar de agir, não podemos prometer e deixar nossas promessas no fundo da gaveta, tudo q pensamos e dissemos é ouvido e visto por alguém, se torna matéria viva e existente, e o que faremos com nossa bagagem de pensamentos na hora de partir?
Será q conseguimos cumprir nossa missão com honra ou será q levamos um fardo bem difícil de carregar e que nos envergonha saber que todos estão vendo quem realmente somos.
Mas o mais maravilhoso de tudo isso, é que viver bem só depende de nós, o dinheiro não conta nessa situação, nem mesmo a saúde física, o que conta é a vontade da pessoa.

O dia de hoje é o dia de começar…
Não podemos deixar a oportunidade passar, pois não sabemos se teremos um amanhã encarnados nessa Terra, não há tempo para pendências, a hora é agora, de agir, de perdoar, de se perdoar, de amar e de recomeçar, estamos no tempo e no lugar certo de começar!! Não deixe para o amanhã as pazes, as obrigações, as ações q poderia fazer hoje com simplicidade, pq talvez não tenha a mesma oportunidade, talvez os desencontros de simpatias espirituais não lhe deixe alcançar o nível necessário para consertar as coisas e tudo se torna mais dificil. Aproveite em qdo estamos na carne para solucionar os problemas provenientes da carne!

 

 

Não barganhe com Deus

Não barganhe com Deus, Maria ou qualquer outro “santo”.

Há quem vá a Aparecida do Norte para agradecer a Nossa Senhora (Maria) por um pedido alcançado como se ela estivesse lá.

Caminham quilometros, carregam cruzes, acendem velas de diversos tamanhos, sobem ladeiras de joelhos, podendo até lesionar a própria saúde. Será que ela (Maria) não ficaria mais contente se nos fizéssemos algo por alguém para retribuir o que “ela supostamente fez”? Um perdão a alguém? Um donativo? …

O sacrifício que os benfeitores espirituais querem de nós é o da alma e não a do corpo físico. É a reforma íntima onde nos despojamos dos sentimentos, atitudes e palavras inferiores. Ser útil aos outros é ser útil pra si mesmo.

Uma novena poética de amor aos animais

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(Infinita Devi)

Abrir mundos
com as mãos
dos desejos mais elevados e nobres
erguidos sólidos…

DESTAPAR A CARA DA CRUELDADE!

Bradar com veemência a URGÊNCIA
da compaixão: filha da empatia,
virtude da alma.

Cobrir-se de ternura
e ser refúgio da doçura.

Gritar se preciso for para acordar a humanidade anestesiada!

Perdão aos seres

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Nós, representantes da raça Homo sapiens, queremos através desta, pedir desculpas às criaturas irracionais que habitam este imenso planeta.

Pela nossa inabilidade em conservar, usufruir sem degradar e utilizar racionalmente os recursos naturais do meio ambiente, destruindo em poucos dias o que a natureza leva milhões de anos para construir.

Perdoem-nos pela nossa falta de sensibilidade, quando abandonamos cadelas e gatas prenhas, filhotes e animais velhos nas ruas ou nas estradas para morrerem mais depressa.

Eles sucumbem aos poucos, por doenças, tristeza e abandono e vemos todos os dias centenas de corpinhos estirados nas margens das estradas.

Pedimos perdão pela nossa falta de consciência ao aprisionarmos animais em jaulas ou gaiolas, privando-os do bem mais precioso, a liberdade.

Perdoem-nos pela nossa voracidade em utilizar seus corpos como alimento, obrigando-os a uma vida cheia de privações, sem o mínimo conforto, apenas para saciar a nossa gula primitiva.

Pedimos desculpas pela nossa falta de ética crônica ao utilizarmos suas vidas em experimentos laboratoriais, quando existem outras alternativas.

Pedimos desculpas por utilizar sua força em nosso proveito, trabalho nem sempre necessário e muitas vezes apenas para nosso divertimento, como nos rodeios, circos, touradas e outras festas que martirizam os animais, apenas
para a diversão mórbida de alguns.

Pela nossa falta de respeito às espécies, deixando muitas chegarem à completa extinção por causa da caça predatória, da matança para retirada
das peles e comércio ilícito de penas, ossos e marfim a fim de confeccionar amuletos inúteis.

Perdoem-nos pelas queimadas criminosas que poluem o ambiente e ceifam milhares de vidas silvestres.

Perdoem-nos pela nossa falta de misericórdia, pela violação dos santuários ecológicos, pelo desmatamento, pela pesca indiscriminada e pela poluição dos rios.

Perdoem-nos pelos derramamentos de petróleo nos mares, pelas aves agonizantes que morrem sem poder livrar-se do óleo em suas penas, essa
hemorragia negra e nefasta, que de quando em quando deixamos sangrar nos mares.

Pedimos desculpas por condená-los à frieza das grandes metrópoles, à mercê dos laçadores, e à morte, nos moldes de Hitler, nas cruéis câmaras de vácuo.

Perdoem os homens por não saberem compartilhar o planeta com os outros seres vivos, e por ignorar o que significa conviver pacificamente com a natureza.

Pobres de nós, seres humanos… Não temos idéia de que a paz, artigo em falta nos tempos atuais, está em saber viver harmoniosamente com todos os seres que compartilham conosco esta empreitada de aprendizado.

by Ivana Negri

 

PARA ONDE VAI O AMOR QUE SE PERDE?

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Um ano antes de sua morte, Franz Kafka viveu uma experiência singular.Passeando pelo parque de Steglitz, em Berlim, encontrou uma menina chorando porque havia perdido sua boneca.Kafka ofereceu ajuda para encontrar a boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar.

Nao tendo encontrado a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse a boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. A carta dizia : “Por favor, não chore por mim, parti numa viagem para ver o mundo. ”.Durante três semanas, Kafka entregou pontualmente à menina outras cartas , que narravam as peripécias da boneca em todos os cantos do mundo : Londres, Paris, Madagascar…Tudo para que a menina esquecesse a grande tristeza!

Esta história foi contada para alguns jornais e inspirou um livro de Jordi Sierra i Fabra ( Kafka e a Boneca Viajante ) onde o escritor imagina como como teriam sido as conversas e o conteúdo das cartas de Kafka.No fim, Kafka presenteou a menina com uma outra boneca.Ela era obviamente diferente da boneca original.

Uma carta anexa explicava: “minhas viagens me transformaram…”.Anos depois, a garota encontrou uma carta enfiada numa abertura escondida da querida boneca substituta.

O bilhete dizia: “Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente”.