Campeão vegano de fisiculturismo explica como ganhar músculos sem carne, ovos ou leite

Felipe Garcia do Carmo, mais conhecido como “Fefeu”, superou preconceitos e rompeu barreiras, ao optar por uma dieta vegana no meio fisiculturista. Felipe, que anteriormente comia 20 claras de ovos diariamente, hoje se tornou campeão apenas com a força dos vegetais.

Nessa entrevista, ele nos contou a sua trajetória até o veganismo, dando dicas para aqueles que desejam ser marombeiros sem qualquer tipo de produto de origem animal.

“Para eles, era um absurdo um vegano ganhar músculos ou definir comendo carboidratos em grande quantidade.”

Abaixo, você confere a entrevista completa!

Quem acompanha o Blog O Holocausto Animal sabe que você já comprovou isso na prática, mas não custa reforçar: Dá pra ficar fortão sem se entupir de peito de frango e clara de ovo?

Com certeza! Sou a prova viva disso, afinal eu era um atleta fisiculturista que consumia 20 claras de ovos e 1 kg de peito de frango por dia, há mais de 2 anos atrás. E hoje estou aqui, vegano, com muito mais qualidade e quantidade em volume muscular que antigamente.

Pelo nível de compromisso e força de vontade exigidos, competir profissionalmente é sempre muito difícil, e ser o destaque da noite como primeiro lugar no palco é para poucos. O que o motivou a atingir este resultado?

Nível competitivo, seja amador ou profissional, não é fácil. E o fisiculturismo exige uma disciplina e dedicação extrema, afinal somos nosso próprio adversário durante toda a preparação. E ser campeão em uma categoria das mais disputadas, com atletas onívoros disputando no mesmo palco, foi incrível.

Me preparei para a competição com a ideia de ficar entre os 3 primeiros colocados, pois a vontade maior em meu coração não era ganhar simplesmente um troféu, e sim levar a bandeira do veganismo para que todos pudessem ver que nossas proteínas vegetais são similares e competentes às proteínas animais, com a diferença de não financiarmos a morte de nossos irmãos para esse feito.

Desse modo, ficar entre os melhores da categoria daria essa visibilidade maior ao veganismo, e quebraria de vez o preconceito e o mito das proteínas vegetais, assim como o mito de que fisiculturista vegano não é capaz de competir com fisiculturistas onívoros.

E felizmente, para minha surpresa e a de todos, fui Campeão da Categoria Class 1, acima de 1,79 de altura.

“A dica que dou é que consuma durante a semana todas as fontes proteicas como feijão, lentilha, grão de bico, tofu, pts, soja, tempeh.”

Hoje em dia existem inúmeras empresas no mercado que fabricam suplementos esportivos 100% veganos, sendo uma delas sua patrocinadora (VeganWay). Quais suplementos você usou e que papel eles tiveram na sua preparação física?

Eu só tenho a agradecer ao patrocínio da VEGANWAY, que foi fundamental na preparação para esse campeonato.  Viveram comigo a preparação toda, sempre me ligando, sempre prestativos, perguntando se precisava de algo ou se eu estava bem. E isso nos uniu ainda mais, pois nos tornamos uma família.

Em fase de dieta para o campeonato, usei apenas a RICE PROTEIN VEGANWAY (Proteina do Arroz Integral Germinado – RAW) pelo fato de conter menos sódio que a PEA PROTEIN VEGANWAY (Proteína da Ervilha). Esta proteína auxilia na preservação da massa magra durante a dieta, assim como ajuda na quantidade diária que meu peso necessita desse nutriente.

Usei BCAA VEGANWAY (Aminoácidos de cadeia ramificada tendo como aminoácido principal a importantíssima Leucina) que tem por finalidade evitar o catabolismo muscular (perda de massa muscular) e auxiliar na recuperação da musculatura para os próximos treinos.

Consumi bastante Chá Verde Veganway, que é importante pelo seu poder diurético, ajudando o organismo a tirar aqueles líquidos indesejáveis, mantendo uma qualidade melhor ao físico, e usei outros suplementos como Creatina e Glutamina, para a recuperação muscular, obter energia a mais durante o treinamento, e manter o cérebro, intestino e outros tecidos em harmonia durante a dieta.

Felipe conquistou o primeiro lugar na categoria CLASS 1, no II Campeonato de Fitness e Musculação de Mairinque.

Que dica de nutrição você daria para alguém que está pegando pesado na academia, mas que não quer ingerir proteínas através da carne, leite ou ovos?

A dica que dou é que consuma durante a semana todas as fontes proteicas como feijão, lentilha, grão de bico, tofu, pts, soja, tempeh. Consuma carboidratos bons, como arroz, batatas, mandioca, frutas, legumes e verduras em geral, oleaginosas como castanhas, nozes, amendoim, amêndoas, entre outros, e fibras e cereais como linhaça, aveia, chia, etc.

“[…] os resultados começaram a surgir e a surpreender ao colega mais cético da academia.”

Por que você resolveu tornar-se vegan?

Um dia vi uma foto em uma rede social, postagem da Luisa Mell, que mostrava a tristeza de um cão filhotinho e o olhar de desilusão de sua mãe presa a uma jaula, que posteriormente iria ser abatida.

Aquela imagem me perturbou, me pegou de jeito. O rostinho da mãe e seu olhar me trouxeram lembranças de um cachorrinho que tive e que infelizmente foi atropelado na minha frente, por imprudência da minha parte.

Levei ele ao veterinário ainda com vida, e deitadinho no colo da minha mãe, que me ajudou com o socorro, ele me olhava triste, e esse foi o mesmo olhar da mãe presa a jaula. Isso me fez chorar demais quando vi a imagem na rede social. Fiz a ligação com o meu cachorrinho. E isso bastou para mim. Chorei demais e refleti sobre aquilo, até que cheguei a conclusão que mudou minha vida para melhor: ‘Se eu amo uns, por que como outros?’

Desse dia em diante, decidi não comer mais carne. E assim foi. Virei ovolacto-vegetariano por apenas 3 semanas e logo parti para o veganismo, pelo amor aos animais, por sentimento. Atualmente luto não só pelos animais, mas pelos humanos e por um mundo melhor a todos! 

“Estava disposto a largar mão de tudo pelo veganismo, independente se essa decisão iria comprometer minha carreira como atleta.”

Quais tipos de preconceitos você enfrentou, e ainda enfrenta, ao declarar-se vegan no meio do fisiculturismo?

Sofri bastante preconceito no início, dos colegas do meio Fisiculturista, pois para eles, era um absurdo um vegano ganhar músculos ou definir comendo carboidratos em grande quantidade, já que os alimentos proteicos são acompanhados desse nutriente.

Mas eu não dei ouvidos, segui minha razão e meu coração. Estava disposto a largar mão de tudo pelo veganismo, independente se essa decisão iria comprometer minha carreira como atleta.

Mas os resultados começaram a surgir e a surpreender ao colega mais cético da academia. Viram ao vivo que é possível ser um atleta fisiculturista e que nossas proteínas e nosso estilo de vida são compatíveis em qualquer modalidade. Isso fez com que o tabu fosse quebrado e o respeito e admiração surgissem, afinal passei a ser referência, dentro e fora da academia. Entrava um aluno novo e já me apontavam dizendo que eu era vegano (rs).

“Proteína é proteína!”

Você considera ser mais difícil ganhar massa muscular com uma dieta vegana?

Pelo contrário. Em meu primeiro campeonato subi no palco com 80 kg (onívoro). Anos depois, como vegano, disputei outro campeonato depois de Mairinque e subi no palco com 91 kg, muito mais definido e com muito mais volume do que antes.

Como digo a todos, proteína é proteína!

Agora que você venceu o Campeonato de Fisiculturismo de Mairinque, certamente vai virar modelo e inspiração pra muita gente. Conte-nos um pouco sobre a sua preparação e rotina de treinos.

Meu planejamento é anual. Divido em 3 ciclos as fases de dieta e treino durante o ano:

  • 6 meses de Ganho de Massa Muscular – Hipertrofia;
  • 2 meses de Treinamento de Força e Potência;
  • 4 meses de Dieta para definição (PRE CONTEST).

Em fase da dieta para definição, incluo a pré-dieta, na qual corto alimentos com glúten e consequentemente lanches e pizzas, durante 1 mês. Mantenho o treinamento igual a fase de hipertrofia, porém uso princípios de treinamento que vão envolver um número maior de fibras musculares, aumentando assim a qualidade da musculatura, vaso dilatação e o estímulo da lipólise, que é a queima de gordura.

No mês seguinte entro na dieta restrita, onde escolho os alimentos certos que respondem melhor ao meu organismo e diminuo gradativamente o carboidrato, aumentando progressivamente a proteína, para evitar o catabolismo, perda de massa magra.

No terceiro e último mês começo a me preocupar com a quantidade calórica do meu dia-a-dia, assim como o tipo de carboidrato a ser consumido. Geralmente ‘caso’ com dois tipos de carboidratos durante o dia, como por exemplo, arroz e banana.

E nos últimos 15 dias dou uma atenção especial ao sódio, potássio, magnésio e cálcio, minerais que, manipulados corretamente, surpreendem nos resultados no dia da competição.

Os treinos se mantêm na mesma configuração, apenas ajusto de acordo com o músculo que está menos desenvolvido ou que está um pouco mais ‘retido’, variando algum exercício ou aumentando o numero de repetições.

Exercícios Aeróbios para auxiliar na lipólise, queima de gordura, executo 2 vezes na semana em Jejum por no máximo 20 minutos e 2 a 3 vezes na semana logo após o treinamento com pesos. Isso já é o suficiente para que os resultados apareçam no decorrer dos meses!

visite

http://www.vacaflorida.blogspot.com.br/

Anúncios

ESCONDIDINHO DE COGUMELOS ESPINAFRE E QUINOA

ESCONDIDINHO-DE-COGUMELOS-ESPINAFRE-E-QUINOA_proc

Ingredientes:

10 batatas grandes
200g de champinhons fatiados
200g de shimeji deflorados
300g de quinoa
300g de espinafre ou folhas de rúcula
1 cebola grande bem picada
2 dentes de alho picados
1 cálice de vinho tinto seco
1/2 xícara de leite vegetal
1 a 2 colheres de shoyu
¼ de xicara de salsinha picada
¼ de xicara de cebolinha picada
Pimenta moída na hora a gosto
1 colher de sopa de amido de milho
1 xícara de migalhas de pão fresco ou farinha de rosca
Azeite extra virgem
Sal a gosto
Modo de Preparo:

Descasque e corte as batatas. Coloque em uma panela grande com água suficiente para cobrir. Leve para ferver, tampe e cozinhe até ficar macio, cerca de 30 minutos. Escorra e transfira para uma tigela pequena.

Cozinhe a quinoa com caldo de legumes. Reserve.

Junte numa bacia 3 colheres de azeite as batatas, o leite e bata até obter um purê cremoso. Tempere com sal e pimenta agosto. Cubra e reserve. Pré-aqueça o forno a 250°C.

Aqueça 2 colheres de azeite em uma frigideira média. Adicione a cebola e refogue em fogo médio até ficar transparente. Adicione o alho e os cogumelos e continue a refogar até a cebola ficar dourada. Junte a cebolinha e deixe apurar.

Adicione aos cogumelos a quinoa e leve para ferver em fogo brando. Junte o vinho, shoyu, tempero e pimenta. Cozinhe em fogo brando por 5 minutos. Junte a salsinha. Combine o amido de milho com apenas água suficiente para dissolver em um pequeno recipiente. Junte à mistura e mexa. Reserve esse recheio.

Numa panela de água fervente, adicione o espinafre, um pouco de cada vez, apenas para amolecer tudo. Retire do fogo e ajuste temperos ao seu gosto. Pique e junte ao recheio.

Numa assadeira de vidro unte com azeite e polvilhe com farinha de rosca. Espalhe uniformemente sobre o fundo. Despeje o recheio, em seguida, cubra com o purê de batatas uniformemente por cima.

Asse por 30 a 35 minutos, ou até que as batatas começarem a dourar. Deixe descansar por 5 a 10 minutos, depois serva.

Festa estranha com gente esquisita, eu não to legal!

250462_755998634449937_8078377104653911903_n
Festa deturpada “cristã” de festividade hipócrita, fazem daquilo que deveria ser sinônimo de paz , amor e compaixão cedesse lugar para o egoísmo regado a sangue e sofrimento de milhares de animais inocentes. O que fazem com o nome do Cristo em vão? Será que ninguém tem a capacidade de raciocinar e preferem assim se afundar na preguiça do comodismo?
Fazem tanta chacina com os animais o ano inteiro, no mínimo um pouco mais de coerência na noite de natal.
Vão tanto a missa, a centros espíritas, a cultos para fazerem isso com os bichos? Expõem violência a mesa com seus inúmeros cadáveres ao invés de AMOR. Que vergonha! Comemoram o nascimento de um com o assassinato de outros.
1475876_762608777122256_4800825382964526953_n

Strogonoff vegano de shimeji e palmito

 

562842_356747757708362_1728458022_n.jpg

– 400gr de cogumelo shimeji
– salsa e cebolinha a gosto
– 400 gr de tomate cereja
– 3 cebolas médias
– 500 gr de tofu
– 1/2 xic azeite oliva
– 1/2 xic shoyo light
– 1/2 xic água
– 300 gr de palmito

Modo de preparo:

Retire os talos do cogumelo e separe os raminhos. Pique a cebolinha e salsinha, abra os tomates e retire as sementes, corte uma cebola em pedaços grandes e as outras duas em pedaços pequenos. No liquidificador bata o tofu, o azeite, a cebola em pedaços grandes, os tomates, os temperos verdes e se quiser, um pouco de sal.

 

Os 7 Benefícios da Cereja para Saúde

cereja

As Cerejas são uma excelente fontes de Vitaminas e minerais, tais como: Vitamina A, B1, B2, C, Niacina, cálcio, fósforo, ferro, lipídeos e flavonóides. .

Anti-inflamatórios: Cerejas ganharam fama como um dos mais poderosos anti-inflamatórios da natureza, o que significa que eles são benéficos para muitas condições diferentes. Isto é devido às antocianinas das cerejas que os pesquisadores mostraram ser eficaz contra os danos dos radicais livres e inibir enzimas ciclooxigenase melhor do que muitas drogas anti-inflamatórias.

Artrite: De acordo com a Arthritis Foundation, beber suco de cereja misturado com água três vezes por dia pode ser benéfico para pessoas com artrite. Isto é devido às suas propriedades anti-inflamatórias.

Saúde do coração: Uma dieta que inclui cerejas reduz todos os fatores de risco para a doença cardíaca, incluindo a inflamação, gordura corporal e colesterol.

Proteção contra o Câncer: Pesquisadores descobriram que as cerejas doces são uns lutadores contra o cancro, graças ao seu alto nível de um antioxidante chamado cianidina. cianidina é um importante eliminador do radicais livres e também pode promover a diferenciação celular, um processo importante na luta do organismo contra as células cancerosas.

Fonte de Energia: Antocianina também é bom para o cérebro e tem sido mostrado para melhorar a memória.

Rico em Beta-caroteno: cerejas são ricos em beta-caroteno, que contém 19 vezes mais do que mirtilos ou morangos.

Ajuda no Sono: cerejas contêm melatonina, um hormônio que regula os ciclos de sono do corpo.

Couve, o bife vegetal

1458513_585378654845270_389653976_n

Nutrição completa

Inflamações como artrite, doença cardíaca, entre outras condições auto-imunes, estão associadas ao consumo de produtos animais. A couve, assim, é uma excelente alternativa, não só para substituir o consumo de carne (para os vegetarianos), como para que o organismo não sofra deficiência de proteínas (para aqueles que querem descansar o corpo do bife diário). Sendo um dos principais alimentos anti-inflamatórios no reino vegetal, é potencialmente indicada para prevenir, e até mesmo reverter essas doenças.

Por cada caloria, uma folha de couve possui mais ferro que um bife, e mais cálcio que o leite. Contêm grande riqueza em fibra, que é um macronutriente (leia-se que é uma necessidade diária do corpo humano). Quantidade insuficiente de fibras é uma das principais causas de desordens no aparato digestivo. Alimentos ricos em proteína animal, como a carne, possuem pouca, ou quase nenhuma fibra. Já uma porção média de couve garante 5% da ingestão diária recomendada.

Se um pedaço de carne, normalmente, o que fornece são gorduras saturadas, a couve é rica em Ácidos Graxos Ômega 3, onde a porção média contém 121 miligramas de Ômega 3 e também Ômega 6. É rica em carotenóides e flavonóides, que são antioxidantes.

Os defensores do desenvolvimento sustentável do planeta, e os adeptos da comida saudável e orgânica, apontam outro motivo para que a couve substitua a carne: Couve cresce com facilidade em quase todos os tipos de clima, o cultivo é relativamente simples, seja numa fazenda, seja em casa. Por outro lado, para que se produza 1 quilo de carne bovina são necessários 16 quilos de grãos, 11 vezes mais a utilização de combustível fóssil, e cerca de 2.400 litros de água. Se apesar desta enorme diferença no custo de produção, e de todos os benefícios nutricionais, seu cérebro está achando difícil construir a imagem mental de um churrasco de couve, calma. Enquanto a realidade do planeta permitir que as “futurefood” não sejam obrigação, basta apenas incrementar o consumo deste vegetal, pelo menos para primar pela saúde.